Parece que algumas mulheres são mais felizes sozinhasAmiga independente e bonita aos 60 anos, viúva, filho adulto, aposentada mas ainda trabalhando fora é a primeira a dizer: “Eu não quero um homem dentro da minha casa. Quero ter um relacionamento, mas ele lá, eu cá”. Peço para me explicar melhor. Ela diz que aos 60, já está com a vida toda organizada – incluindo as “manias” (ela admite). O quarto do jeitinho dela, a TV programada nos canais favoritos, a rotina das caminhadas, a comida preparada em poucas quantidades. Se um dia está a fim de cozinhar, ótimo. Se não está, come fora. Enfim, a delícia da liberdade de fazer o que se quer na hora em que se deseja. Garante que um novo marido em casa atrapalharia os hábitos que tanto gosta e tem prazer em cultivar. “Prefiro minha liberdade”, afirma contundente.
Outra, ao contrário, vive sonhando com um novo companheiro. Mas é muito, mas muito exigente. Se o cara fuma, não serve pra ela. “Imagina o cheiro do cigarro pela casa? Ah, não!”, protesta. Se é gordo é porque come muito e ela não vai ficar em casa cozinhando pro sujeito. “Ah, NÃO mesmo”, faz uma cara engraçada. E a lista não tem fim: não pode ser baixo (não me dá tesão), ganhar menos (se for brasileiro, discussão na certa), gostar de ficar em casa (eu adoro sair. Vou arranjar alguém pra me prender?), enfim. Um cara para servir teria de ser sua alma gêmea! Ela não deseja abrir mão de nada; “não vale a pena”, acredita. Desconfio que, no fundo, essa exigência toda é um disfarce. Na verdade, ela prefire continuar sozinha, embora não dê o braço a torcer.
Uma terceira tem namorado, mas vive estressada e cansada. Estressada porque outras mulheres deixam recados sedutores para ele no Orkut que a aborrecem. Porque ele viaja muito e ela sofre de saudades, além dele estar ausente em vários momentos, como aniversário e festa de formatura. Porque ele sai do trabalho às 23hs e eles vão ao cinema na sessão de meia-noite. Isto não seria problema se no dia seguinte ela não precisasse acordar às seis da manhã. Um dia, me confessou que sentia falta da paz e do sossego dos tempos que não namorava. Mas fazer o que se a gente não manda no coração?
São três histórias, três pequenos depoimentos que não são parâmetros para nada. Nem eu estou fazendo pesquisas. Mas observo que, em algumas situações, as mulheres estão mais felizes sozinhas.
Costumo dizer que namorar é muito gostoso, bom demais mesmo, mas se relacionar com alguém que altera nossa rotina a ponto de nos trazer estresse e aborrecimento, vale a pena?
Caminhamos para um individualismo onde não há espaço para o outro?

Aí estão os nomes dos leitores contemplados com o kit manicure e pedicure da BalbPharm (site aqui). Atenção para as instruções: vocês deverão enviar seus endereços para Andrea Rosa, da Conectar Comunicação, assessoria de imprensa da BalbPharm, através do e-mail rosa.andrea@gmail.com. A Andrea receberá os endereços e se encarregará de mandar os kits para vocês. DICA ZEN: Se a relação amorosa acabou, enfeite a casa com flores e plantas com brotos, símbolos do início de um novo ciclo e chegada de um outro amor.

P.S. Esta postagem só foi ao ar no dia 18/07 e não no dia 17, conforme consta na data acima.





PENSAMENTO DO DIA: Envelhecer, qualquer animal é capaz. Desenvolver-se é prerrogativa dos seres humanos. Somente uns poucos reivindicam esse direito. Fonte: Blog Palavras de Osho. Leia mais clicando 



















